segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

África - Aspectos Econômicos

Extrativismo


Atividade de extrair da natureza os recursos que está à disposição do homem sejam estes produtos de origem animal, vegetal ou mineral. Existem três tipos de extrativismo:













Extrativismo animal: pesca e caça. Alguns animais africanos que correm o risco de desaparecer:




















Gorila da Montanha (Ruanda, no Zaire e em Uganda) - caça ilegal, destruição de seu habitat natural, por causa de guerras e doenças.














Elefante africano (África subsariana) - busca de seu marfim e domesticação do animal para fins econômicos.
















Camelo-Bactriano (leste da África) - o habitat natural , em sua maior parte, foi destruído por fazendeiros e mineradores.















Rinoceronte Negro (África do Sul, Quénia, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia e Zimbabué) - caça por seu chifre, muito apreciado para fazer cabos de adagas e curar febres, além do chifre ser considerado por alguns um afrodisíaco.















Zebra de Grévy (África Central e do Sul) - caçados por comerciantes de peles.














Asno Selvagem Africano (norte e nordeste da África) - a subespécie corre o risco de desaparecer da natureza por conta de sua domesticação e da destruição de sua habitat natural.















Chimpanzé (Ocidente e centro de África, norte do rio Zaire, do Senegal à Tanzânia) - destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais.












Leão (centro e oeste africanos): a espécie já foi exterminada em 25 países da África. Recentemente, a caça recreativa de leões foi proibida na Zâmbia.




















Caranguejo da espécie Potamonautes lividus( Kwa-Zulu Natal, na África do Sul).














Caranguejo Liberonautes latidactylus (regiões de florestas e savanas do oeste africano).













Inseto da espécie Pseudagrion kaffinum (Etiópia).



















Peixe da espécie Oreochromis karongae: conhecido pelos nativos do Lago Malawi como "chambo"














Peixe da espécie Chromidotilapia guntheri loennbergii  (lago Barombi-ba-Kotto, em Cameroon) seriamente ameaçado por causa do desflorestamento e da poluição.

Lista de animais africanos extintos:
Leão-do-atlas





















Leão-do-cabo

Urso-do-atlas

Dodô

Ave-elefante

Quagga

Lêmure-gigante


Palanca azul

Chimpanzé da Tanzânia

Tilápia Oreochromis esculentus, (considerada virtualmente extinta nas regiões do lagos Victoria e Kyoga)

Extrativismo vegetal:  no extrativismo(ou coleta vegetal) o homem somente coleta os recursos que a natureza lhe proporciona. Exploração de madeiras preciosas (mogno, ébano). 

Plantas africanas ameaçadas de extinção:
Cadiscus aquaticus (encontrada apenas em parte da África do Sul): ameaçadas pelo pastoreio, pelo aterro de zonas úmidas e pelo dano causado por máquinas agrícolas.















Euphorbia obese (sul da África).



















Palmeira Tahina (Ilha de Madagascar): conta atualmente com apenas 30 exemplares.





























Extrativismo mineral: é a extração dos minerais(mineração) úteis que existem na crosta terrestre. 
A África possui grandes reservas minerais, fato proporcionado em razão de sua formação geológica terrenos muito antigos, apresentando condições favoráveis para a formação de minérios. 
Petróleo e gás natural:  8% das reservas mundiais com destaque para o Congo, Egito e principalmente Angola, Argélia, Líbia e Nigéria, que integram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Urânio – 25% das reservas mundiais.  Os maiores produtores são a África do Sul e o Gabão.





























Principais nações africanas que abrigam reservas minerais: Marrocos (fosfato), Zâmbia (cobre), Zimbábue (ouro), Guiné (bauxita), Namíbia (urânio), Uganda (cobre e cobalto), Sudão (ouro, prata, zinco, ferro, etc.), Botsuana, Congo, República Democrática do Congo, República Centro-Africana,  Gana (diamante), África do Sul (antimônio, diamante, ouro, manganês, platina, cromo).
OBS: Com tantas riquezas minerais, por que o continente africano é pobre economicamente? A resposta está na forma de exploração dos recursos, visto que são as empresas transnacionais das nações desenvolvidas (Estados Unidos, Canadá e as nações europeias) que se beneficiam desses recursos. Nesse sentido, as grandes potências imperialistas se enriquecem e intensificam a pobreza econômica dos países da África.

Agricultura:




















Praticada de duas maneiras: a agricultura de subsistência e a agricultura comercial (plantation).






Agricultura de subsistência (ou itinerante): produção suficiente para o sustento de si e de sua família (produtividade baixa). Principais produtos cultivados: mandioca, milho, batata-doce, arroz e inhame. Zona de clima tropical - cereais (painço e sorgo), algodão e hortaliças. O cultivo é feito de maneira primitiva e o uso destas técnicas rudimentares torna o solo pobre, duro, sem fertilidade. Depois que isso ocorre, o agricultor abandona a área e procura outra, deixando atrás de si um solo esgotado para práticas agrícolas.Ocorre em países intertropicais, áreas de savana e periferia da floresta equatorial.















Agricultura comercial (plantation):  introduzida pelos europeus com a finalidade de fornecer produtos tropicais para suprir as necessidades do comércio externo das metrópoles (visam às exportações e o lucro dos países exploradores). Principais produtos: café, cacau, chá, cana-de-açúcar, amendoim, seringais, algodão e sisal. Ocupa as melhores terras agrícolas, introduziu o emprego de técnicas modernas, como sementes selecionadas, adubação, irrigação, drenagem, mecanização, emprego da mão-de-obra nativa -com baixos salários, além de retirar milhares de agricultores do campo, onde produziam seus próprios alimentos, não lhes deu poder aquisitivo para comprá-los em quantidades suficientes para manter suas famílias, geralmente numerosas. Muitos países africanos apresentam desorganização rural.ou seja precisam importar alimentos básicos e muitas vezes não conseguem suprir nem as necessidades essenciais do povo. Com isso, a subnutrição e a fome têm feito milhares de vítimas no solo africano.
Zonas de clima mediterrâneo: cereais (trigo e cevada), oliveiras, videiras, frutas (uvas, figos), legumes.
Zonas de clima tropical e equatorial: cacau, café, chá, seringueiras, sisal, dendê, algodão, banana e cana-de-açúcar

Pecuária

O clima interfere no tipo de criação e na maneira de desenvolvê-la, feita sem cuidados especiais e com baixa produtividade. A  principal criação é a de ovinos (exceção da região equatorial muito úmida). Maiores criadores:  República da África do Sul e a Etiópia.















Rebanho bovino: numericamente menor, desertos e a  floresta úmida dificultam seu desenvolvimento. Principais criações: áreas mediterrâneas (ovinos e bovinos, caprinos, camelos e dromedários), estepes (trechos áridos e semiáridos das estepes aparece o pastoreio nômade) e savanas. Nos Maior criador: Etiópia.















Indústria

Causas do baixo desenvolvimento industrial: a escassez de capitais, a falta de mão-de-obra técnica especializada, insuficiência e precariedade dos meios de transporte, baixo poder aquisitivo da população, a grande variedade de matérias-primas (sobretudo minerais) que poderia ser utilizada para promover a indústria africana, é destinada ao mercado externo. As  indústrias africanas dedicam-se ao beneficiamento de matérias-primas, como madeiras, óleos comestíveis, açúcar e algodão, ou ao beneficiamento de minérios para exportação. Indústrias têxteis e alimentares para o mercado interno encontram-se em todos os países do continente, 














Atraídas pelo baixo preço da mão-de-obra, da energia elétrica e das matérias-primas, muitas indústrias de origem europeia e norte-americana instalaram-se no continente, onde produzem a custo reduzidos artigos cuja exportação lhes possibilita altas margens de lucro.














Na África do Sul, no Egito (países mais industrializados do continente) e na República Democrática do Congo estão instaladas as principais indústrias de base (siderúrgicas, metalúrgicas, usinas hidrelétricas etc.). 

















Referências:
www.pensamentoverde.com.br
super.abril.com.br
www.iucnredlist.org
envolverde.com.br

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

África: Aspectos humanos

O deserto do Saara, uma formidável barreira natural, dividiu o continente, em termos étnico-culturais, em duas porções distintas:

















NORTE (DO MAR MEDITERRÂNEO ATÉ O SAARA) - a denominada África Branca, povoada basicamente por árabes, mouros e bérberes, de religião predominantemente islâmica.

CENTRO E SUL - área conhecida como África Negra, cuja população é composta por bantos, sudaneses, hotentotes (na Namíbia e no deserto do Kalahari), bosquímanos (no Saara) e pigmeus (moradores nas áreas florestais do rio Congo), a maioria seguidores de religiões animistas e ritos fetichistas. Devemos acrescentar que na extremidade setentrional moram minorias brancas de origem europeia (África do Sul, Zimbábue e Namíbia) e outras provenientes da Ásia, principalmente indianos e chineses, na África do Sul e Moçambique. 

Distribuição da População:


Países mais populosos: Nigéria, Egito, Etiópia, República Democrática do Congo e África do Sul.
Regiões que apresentam maiores densidades demográfica: vale fluvial e o delta dos rios Nilo e Níger, costa litorânea (solos férteis e boa incidência de chuvas)
Regiões da África que apresentam baixa densidade demográfica: áreas desérticas, como o deserto do Saara (África Islâmica), deserto da Namíbia e do Calaari e nas florestas do Congo (África Subsaariana). 
Países com população urbana numericamente superior à rural: Argélia, Líbia e Tunísia.

Sociedade:

















Grande parte da população africana é estruturada em clãs (primeira forma de organização social) e tribos (forma de organização social posterior aos clãs). O isolamento em que vivem explica a conservação de suas particularidades culturais. Grande parte da atividade cultural africana concentra-se na família e no grupo étnico. Com a intensificação do nacionalismo, a cultura tradicional africana teve recentemente um importante ressurgimento. A África subsaariana é a região mais pobre do planeta, com os piores indicadores socioeconômicos. Poucos países se enquadram no grupo médio de desenvolvimento humano (caso da Líbia), a maioria estão no grupo de baixo desenvolvimento humano.Os problemas sociais do continente têm se agravado nos últimos anos com a ocorrência de conflitos, guerras e a epidemia de Aids. No ranking do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela Organização das Nações Unidas, todos os países da África Subsaariana possuem IDH considerado baixo.



Números populacionais:

População:  1 bilhão e 33 milhões (maior taxa de crescimento demográfico do mundo)
Nações mais populosas respectivamente: Nigéria (174,5  milhões de habitantes), Egito (85,3 milhões), Etiópia (93,9 milhões) e República Democrática do Congo (75,5 milhões).
Densidade: 25,88 hab/km2 (2000) 
Índices de crescimento vegetativo: 2,5%
População urbana: 289.964.000 (37%) 
População rural: 493.731.000 (63%) 
Taxa de crescimento urbano (1995-2000): 4,3% 
Analfabetismo: 40,3% (2000) 
Taxa de natalidade: 4,4%
Taxa de mortalidade: (% hab): 2,2% 
Idade da população: 42% têm menos de 15 anos.

Principais grupos linguísticos:


Falam-se mais de mil línguas diferentes. 
Línguas mais faladas: árabes, suaíle e o hauçá. 
Principais famílias ou grupos idiomáticos: congo-cordofanês, o nilo-saariano, o camito-semítico ou afro-asiático e o das línguas khoisan.
Idiomas introduzidos pelos colonizadores europeus: inglês e o francês.

Religiões:


















15% dos povos africanos praticam religiões animistas ou locais que predomínam nos países ao sul do Saara e o islamismo predomina nas nações do norte. 
Importantes centros cristãos: a Etiópia (uma das nações cristãs mais antigas do mundo) e outros decorrentes da colonização europeia.

Etnias:

Grupos caucasóides: vivem principalmente na porção setentrional do continente, ao norte do deserto do Saara (denominada África Branca). São principalmente árabes, egípcios, bérberes, etíopes, tuaregues, judeus e descendentes de europeus (presentes também, na África do Sul - maioria originários das Ilhas Britânicas e dos Países Baixos).


Grupos negróides (70% da população africana).: grande variedade, diferenciam-se entre si pelo aspecto físico, diferenças culturais (religiões que professam e línguas que falam) e vivem predominantemente ao sul do Saara (África Negra). Os grupos mais importantes são: sudaneses, bantos, nilóticos, pigmeus, bosquímanos e hotentotes.
África meridional: vivem 5 milhões de brancos de origem européia. Concentração de povos khoisan, san (bosquímanos) e khoikhoi (hotentotes). Pigmeus na bacia do rio Congo e na Tanzânia. 

Referências:
www.dhnet.org.br
www.mundodigital.unesp.br
www.brasilescola.com
www.arteafricana.usp.br
www.sogeografia.com.br

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

África - Aspectos naturais

RELEVO:



















Bastante antigo - passou por grandes processos erosivos ao longo do tempo. Predomínio - planalto de forma aplainada devido os processos erosivos. 
Litoral: 27 mil quilômetros de extensão e nesse praticamente não existe acidentes geográficos.Norte - mar mediterrâneo, a costa sul-africana é banhada a leste pelas águas do Oceano Índico e a oeste pelas águas do Oceano Atlântico. 
Penínsulas: o litoral pouco recortado não favorece o surgimento de portos naturais ou penínsulas.
Paralelos e meridianos: cortado pelo paralelo do Equador na parte central, 75% do território situa-se entre os trópicos de Câncer e Capricórnio e o meridiano de Greenwich o atravessa a oeste.
Limites: ao norte o continente é delimitado pelo Mar Mediterrâneo, na costa ocidental encontra-se o Oceano Atlântico, na costa oriental o Oceano Índico e o Istmo de Suez que a liga com a Ásia e, ao sul com os Oceanos Atlântico e Índico.
Ilhas: Madagascar, Reunião, Maurício, Cabo Verde, Seychelles, Canárias e Madeira.
Falha tectônica: desde o norte da Etiópia até o sul de Moçambique, corre o Grande Rift Valley, uma série de desníveis provocada por uma enorme falha tectônica. Em algumas áreas das encostas íngremes do Rift Valley aparecem as montanhas Ruwenzori na África Central e numerosos vulcões, incluindo os dois maiores picos da África, o Kilimanjaro, na Tanzânia (5.895 m), e o Monte Quênia, no Quênia (5.199 m). Ao longo das bordas do planalto leste e litoral sudeste, uma série de escarpas é encontrada.  A mais alta, atingindo 3.350 metros, é a Drakensberg, na África do Sul. 
Montanhas:  destaque - cadeia do Atlas (noroeste), de origem terciária, e a cadeia Drakensberg (sul), de origem mais antiga (Paleozóico).
Planaltos: destaques - planalto da Etiópia, dos Grandes Lagos (onde estão o monte Kilimanjaro - 5.895 m e o monte Quênia  - 5.211 m), na região oriental, e o maciço de Adamaouá (onde está o monte Camarões - 4.094 m), no lado ocidental.
Planícies:  planícies costeiras como as do Níger e do Congo.
Maciços:  Maciço da África Centro-Oriental: conjunto de montanhas que se formou por meio de erupções vulcânicas, esse tipo de relevo apresenta-se desde a Somália até a Tanzânia, adjacente ao Oceano Índico; Maciço da África Centro-Ocidental: corresponde a um conjunto de montanhas estabelecido na costa atlântica no qual se destacam o Fouta, Djalon, Maciço de Camarões (não  ultrapassam os 2,5 mil metros de altitudes).

Hidrografia 





























Bacias hidrográficas: destaque as dos rios - Nilo, Congo, Chade, Níger, Zambeze, Limpopo, Cubango e Orange.
Lagos: Vitória - maior do continente, banha os territórios da Tanzânia, Quênia e Uganda; Tangancia - banha as nações do Burundi, Tanzânia, Zâmbia e a República Democrática do Congo, é um dos mais profundos do mundo com cerca de 1.435 metros; Niassa - ocupa áreas em países como Malavi, Tanzânia e Moçambique; Turkana -de água salgada que abrange o território do Quênia e Etiópia; Alberto - localizado ao norte do continente onde estão situadas áreas dos países de Uganda e a República Democrática do Congo. 
Rios: Nilo - segundo maior em extensão no mundo, com 6. 695 km, e primeiro no Continente Africano; Níger possui 4.184 km de extensão, nasce no leste da África e corta Mali, Níger e Nigéria;  Zambeze - sua nascente está localizada no Zâmbia e percorre as terras de Moçambique até atingir o Oceano Índico; Congo-Zaire -  possui 4.600 quilômetros que nasce no Zâmbia e corta a República Democrática do Congo e deságua no Golfo da Guiné. 

Clima 





























O clima  oscila desde intertropical, mediterrâneo e semi-árido. Grande parte do território está situada geograficamente na zona intertropical da Terra e recebe uma enorme quantidade de calor,  as temperaturas anuais são sempre acima dos 20ºC. As cadeias de montanhas impedem que massas de ar ingressem no interior alterando a configuração do clima. Disparidade quanto à incidência de chuvas no continente, enquanto existem elevados índices pluviométricos nas áreas intertropicais, outras convivem com ausência desse fenômeno natural, como no caso dos desertos. 
Clima equatorial: ocorre principalmente na parte central do continente, com temperaturas que variam entre 25ºC e 30ºC, e chuvas entre 2.000 e 3.000 mm ao ano. 
Clima tropical: predomina em áreas ao redor das florestas equatoriais, as temperaturas anuais giram em torno de 22ºC e 25ºC e chuvas entre 1.200 e 1.400 mm ao ano. 
Clima desértico: ocorre no deserto do Saara, no norte do continente, e também nos desertos do Namíbia e Calaari. 
O clima subtropical predomina em áreas restritas do continente, nas faixas do extremo norte e sul, as temperaturas variam entre 15ºC e 20°C ao ano. 

Vegetação 





























Florestas equatoriais : ocorrem nas baixas latitudes, compreendendo a parte centro-ocidental da África. Como estão em áreas quentes e úmidas, possuem folhas largas (latifoliadas) e sempre verdes (perenes). As árvores podem ter até 60 m. Apresentam grande variedade de espécies (floresta heterogênea). Os solos em geral são pobres. São conhecidas como autofágicas (que se alimentam de si mesmas) em função da grande quantidade de húmus proveniente das folhas, galhos e troncos.
















Savanas: aparecem na faixa intertropical em locais onde ocorre uma estação seca (inverno), impedindo o aparecimento de florestas. Encontradas no centro da África. Têm plantas rasteiras (herbáceas), intercaladas por árvores de pequeno porte. No período de seca, as folhas caem para evitar a evaporação. 
















Desertos: nas áreas desérticas (como no Saara, Kalaari e Namíbia)  não há vegetação permanente. Em alguns locais, surge uma "erva rasteira" após as chuvas. 


















Nas regiões onde aflora o lençol freático (lençol subterrâneo de água) podem surgir oásis, com palmeiras (tamareiras). 













Fauna:





























A África presente duas zonas zoologiques distintas: a zona do norte e noroeste (compreendendo o Sara) e a zona etíope (englobando toda a África subsariana). 
Norte do Sara: encontram-se carneiros, cabras, cavalos e os camelos.  No Sara, encontra-se Fennecs, lebres, gazelas e gerboises (um pequeno roedor que desloca-se por saltos).
Zona etíope:  antílopes, zebras, girafas, búfalos, os elefantes da África, os rinocerontes e diferentes macacos. O gorila o maior macaco do mundo, está via de desaparecimento, habita as florestas de montanha da África equatorial (Ruanda, República democrática do Congo). Encontram-se lêmures em Madagáscar. Animais carnívoros:  leão,  leopardo, guepardo, hiena, chacal e o mangusto.
Pássaros: a galinha-do-mato é um dos mais caçados. Grande número de pássaros aquáticos como pelicanos, garça-real gigante, os flamingos e as cegonhas. Ibis encontra-se na região Nilo e a avestruz vive no leste e o Sul da África.
Répteis  lagartos, crocodilos e tartarugas. Várias serpentes venenosas como a mamba. Entre as serpentes que asfixiam a sua presa figuram as pythons, na principalmente África ocidental. 
Peixes: mais de 2.000 espécies. 
Insetos: as formigas migratórias, cupins, gafanhotos migratórios e as moscas tsé-tsé (transmitem a doença do sono aos homens e os animais). 





























Referências:
www.todamateria.com.br
www.algosobre.com.br
www.escolafree.com
escoladigital.org.br
educacao.globo.com