sábado, 17 de agosto de 2013

Europa - Curiosidades

Países do continente europeu - Capitais, localização e bandeira.

Albânia - Tirana





Alemanha - Berlim









Andorra - Andorra la Vella












Armênia - Erevan


Áustria - Viena









Azerbaijão - Baku










Bielorrússia - Minsk












Bélgica - Bruxelas










Bósnia-Herzegovina - Sarajevo









Bulgária - Sófia










Chipre -



Croácia - Zagreb









Dinamarca - Copenhagem










Escócia - Edimburgo











Eslováquia - Bratislava












Eslovênia - Liubliana









Espanha - Madrid










Estônia - Tallinn











Finlândia - Helsinque












França - Paris










Grécia - Atenas










Geórgia - Tbilisi










Hungria - Budapeste









Inglaterra - Londres










Irlanda - Dublin










Irlanda do Norte -Belfast










Islândia - Reiquiavique










Itália - Roma









Letônia - Riga










Liechtenstein - Vaduz










Lituânia - Vilnius










Luxemburgo - Luxemburgo










Macedônia - Skopje









Malta - Valetta









Moldávia - Chisinau










Mônaco - Monaco-Ville










Montenegro - Podgorica










Noruega - Oslo











País de Gales - Cardiff










Países Baixos - Amsterdã











Polônia - Varsóvia










Portugal - Lisboa









Reino Unido - Londres








República Tcheca - Praga




Romênia - Bucareste









Rússia (país euro-asiático) - Moscou










Turquia - Ancara









San Marino - San Marino










Sérvia - Belgrado











Suécia - Estocolmo












Suíça - Berna









Ucrânia - Kiev









Vaticano









Referências:
www.guiageo.com
www.atlasescolar.com.ar
www.assimsefaz.com.br
mundi.aquimapas.com
educacao.uol.com.br

domingo, 11 de agosto de 2013

Europa - Aspectos Geopolíticos

O conflito na Irlanda do Norte






















Origem:
É uma combinação de fatores étnicos, políticos, econômicos, religiosos e sociais que surgiram ainda na Idade Média. Começa no século XII, quando o rei inglês Henrique II tentou anexar a ilha da Irlanda ao seu reinado. Os irlandeses resistiram até o século XVII, porém a partir desta data milhares de britânicos passaram a se transferir para lá (principalmente para a província de Ulster).  Assim, o mesmo território passou a ser ocupado por dois grupos hostis (os recém-chegados protestantes e os irlandeses católicos) um acreditando que suas terras haviam sido usurpadas e o outro temendo rebeliões. 
Século XIX:
A Irlanda foi integrada ao Reino Unido da Grã-Bretanha por meio da assinatura do Union Act. Como as tensões continuavam, em 1920 o parlamento inglês criou duas regiões com autogoverno limitado na ilha: a de Ulster, ou Irlanda do Norte, com predomínio de protestantes, e a dos condados restantes, a Irlanda, com maioria católica. 
IRA X Unicionistas:
Surge o movimento nacionalista que luta pelo fim do domínio britânico sobre a ilha. Esse movimento de resistência levará ao surgimento do Estado Livre da Irlanda ou Eire, em 1922. Mas a Irlanda do Norte ou Ulster continuará fazendo parte do Reino Unido. Os católicos que viviam na Irlanda do Norte - hoje 40% da população - continuaram insatisfeitos. E foi lá que se acirraram os conflitos entre grupos armados dos dois lados, como o Exército Republicano Irlandês (o IRA, católico e pró-independência) e os movimentos unionistas (protestantes e pró-Inglaterra).
Agravamento do conflito:
A partir do final dos anos 60 as hostilidades se agravaram. Em 1969, o governo britânico ocupou militarmente o Ulster e, em seguida, dissolveu o Parlamento de Belfast, assumindo as funções políticas e administrativas. Em 1972, mais de uma dezena de jovens irlandeses católicos foram mortos no Domingo Sangrento. A seguir, uma sucessão de atentados terroristas praticados pelo IRA indicavam a radicalização do conflito. Protestantes da Força Voluntária do Ulster, grupo paramilitar unionista, responderam com a mesma violência ao radicalismo católico. 
Negociações para o fim do conflito:
Só em 1991, por iniciativa de ingleses e norte-americanos, iniciou-se uma rodada de negociações com a participação dos partidos do Ulster e do governo de Londres. Como o Sinn Fein - braço político do IRA - foi excluído das conversações, o diálogo fracassou. Finalmente, em 1998, Tony Blair (premiê inglês), Gerry Adams (Sinn Fein) e David Trimble (unionista), com a participação do ex-presidente norte-americano Bill Clinton, assinaram o Acordo do Ulster, que concedia mais autonomia ao país. Até 2000, mais de 30 anos de conflito, a lista de vítimas apresentava um total de mais de 3 600 mortos.

Conflitos nos Bálcãs:



















Situada à sudeste do continente europeu, num ponto de interseção, entre a Europa e o Oriente Médio, os Bálcãs foi o caminho por onde trafegaram exércitos guerreiros em suas campanhas de conquistas desde a idade antiga: gregos, macedônios, romanos, Mongóis, bárbaros germânicos, eslavos, turcos, austríacos, alemães nazistas...
Idade antiga:
A região foi ocupada pelos gregos e pelos romanos que absorveram os povos autóctones, Ilirianos e Dálmatas, que ali habitavam e, esporadicamente, ocupada por povos de origens étnicas e religiosas diversas.
No século I funda-se de um reino pelos teutões, um povo germânico. No século VI chegam os croatas, católicos, e os sérvios cristãos ortodoxos, que pela diferença religiosa fundam reinos separados.
Primeiras soberanias:
No século XI as primeiras soberanias eslavas estavam instituídas: o Reino dos Croatas, Reino da Bósnia, e Reino dos Sérvios, mas as fronteiras variavam permanentemente. No século XIII chegam os turcos otomanos, que introduzem a religião islâmica.A situação assume contornos mais radicais no final do século XIX, quando os otomanos perdem terreno para os austríacos e para o nacionalismo sérvio. Os desdobramentos políticos da região serão decisivos na deflagração da Primeira Guerra Mundial.
Após 1ª Guerra Mundial:
No final da guerra, em 1918, apesar de austríacos e turcos se retirarem da área, vários sentimentos nacionalistas se sobrepõem. A difusão de governos socialistas na área, com exceção da Grécia, de alguma forma abafa o nacionalismo, mas com o fim da União Soviética  em 1991, os problemas locais voltam a ser relevantes, em especial na Iugoslávia, estado criado a partir da Segunda Guerra, que reunia vários povos eslavos cristãos e muçulmanos. O estado iugoslavo é fragmentado em vários estados nacionais que passam a lutar entre si por disputas de fronteiras e por questões étnicas. A Europa sofre durante toda a década de 90 com este conflito, o primeiro desde a Segunda Guerra no continente, sendo que seus desdobramentos ainda estão sem solução, como é o caso da situação de Kosovo, que está entre a plena independência e o controle sérvio.
De 1990 aos dias atuais
Sérvia + Montenegro: Estas duas repúblicas continuavam relativamente unidas formando a nova Iugoslávia. A Sérvia conservava o governo comunista e o poder estava nas mãos de Soblodan Milosevic. Em 14 de março de 2002, os dois presidentes, Vojislav Kostunica (Sérvia) e Milo Djukanovic (Montenegro), assinaram um acordo que prevê reestruturar o Estado Iugoslavo, formando um Estado único com um novo nome: Sérvia e Montenegro. Religião: Maioria Cristã Ortodoxos
Croácia: Declarou sua independência da Iugoslávia em junho de 1991. A Sérvia não aceitou, entrou em guerra e ocupou 30% do território. Em janeiro de 92 foi assinado um cessar-fogo com supervisão da ONU. Em 1995, recapturou os territórios que tinha perdido para a Sérvia. Religião Cristã Católicos
Bósnia-Herzegovina: A Bósnia-Herzegovina integrava a  República Socialista da Iugoslávia, juntamente com a Eslovênia e da Croácia. Em fevereiro de 92 aprovou, com referendo da população, sua independência, tornando-se um Estado soberano em 06 de março de 1992. Os sérvios e croatas, residentes na Bósnia não aceitaram e passaram a combater o governo bósnio com apoio do exército sérvio. Em novembro de 1992 conseguiram derrotar os sérvios e se tornaram independentes. O impasse continuou até 1995, quando um acordo pôs fim á guerra. A Bósnia foi dividida em duas entidades: Uma croata-mulçumana e outra Sérvia. Religião mulçumana
Eslovênia: Declarou sua independência em junho de 1991 e em dezembro se tornou um Estado independente. Parte do exército, fiel á Sérvia, se revoltaram, e atacaram os separatistas. Logo foram dominados e desde então a Eslovênia se manteve livre. Religião: cristãos católicos a maioria (88%) da população são de origem eslava, 2,7% de croatas, 2,4% de sérvios, 1,4% de muçulmanos, 5,9% de outras nacionalidades
Macedônia: Votou sua independência em setembro de 1992, mas muitos países não reconheceram a autonomia, devido litígio ainda existente com a Grécia. Á partir de 1995, houve o reconhecimento internacional. Nome oficial: Republika Makedonija  - capital: Skopje Composição étnica: 67% macedônios - 23% albaneses - 4% turcos - 2% sérvios - 4% outros. Religião: 54% cristãos ortodoxos - 30% mulçumanos - 16% outros
Kosovo: Região que fazia parte da Servia, mas é disputada pelos albaneses (grande parte da população). Os Sérvios pretendendo expulsar os albaneses da região promoveu violentos combates no local com chacinas e torturas o que chamou a atenção da comunidade internacional. A ONU se envolveu e ocupa a região desde 1999 concedendo autonomia provisória a Kosovo (acordo de Rambouillet) e administrando-a juntamente com a OTAN. No momento, o território continua oficialmente fazendo parte da Sérvia. Religião: mulçumana. População: 82,2% de albaneses, 10% de sérvios, 2,9% de muçulmanos, 2,2% de ciganos, 2,7% de outras nacionalidades.
Albânia: Os albaneses estão entre as populações mais pobres da Europa. Na Macedônia os albaneses são considerados cidadãos de segunda classe. Em Kosovo, a população majoritariamente albanesa sofria as consequências da cruel política de “limpeza étnica” do ex-ditador sérvio Slobodan Milosevic. Atualmente, na Albânia, os grupos religiosos estão divididos em: Muçulmanos 70%, Católicos Ortodoxos Albaneses 20%, Católicos Apostólicos Romanos 10%.

A questão dos bascos:






















Origem:
O povo basco teria ocupado a região da Península Ibérica por volta de 2000 a.C. tendo resistido a invasões e à dominação por outros reinos, inclusive os romanos. Sua cultura resistiu ao tempo e às conquistas, se tornando, a língua basca, a língua mais antiga falada atualmente na Europa, mesmo tendo surgido como língua escrita apenas no século XVI o que, apenas contribuiu para fortalecer o espírito nacionalista do povo basco. A questão basca, ou questão dos bascos, é um conflito territorial e étnico surgido no final do século XV e início do XVI com a unificação da Espanha em um só reino e a anexação da porção sul da região à Espanha e da porção norte da região à França. O País Basco, como pode ser chamado, é composto por sete regiões tradicionais: Álava, Biscaia, Guipúscoa e Navarra que compõem o território de Hegoalde na Espanha, e Baixa Navarra, Lapurdi e Sola que compõem o território de Iparralde na região francesa. 
O ETA e a questão basca:
A principal característica da questão basca é que os bascos lutam para manter sua identidade como povo, sua língua, cultura e modo de vida. Ao invés de serem incorporados e suplantados por outra cultura, como a maioria dos povos que habitaram a Península Ibérica e a Europa. Outro ponto interessante é o apoio que a luta armada do grupo guerrilheiro ETA (Euzkadi Ta Askatana, que em vasconço significa “Pátria Basca e Liberdade”) tem da população basca.  O ETA surgiu em 1959 como um movimento socialista fundado através da união de diversos grupos políticos que atuavam na região. Desde a Guerra Civil Espanhola (1936-39) e do bombardeio à cidade de Guernica pelos nazistas alemães como represália ao apoio do povo basco aos republicanos, então aliados dos anarquistas e socialistas e, a proibição do vasconço em todo o território basco pelo general Franco, o sentimento nacionalista basco foi se tornando cada vez mais forte. Estes fatos, também contribuíram para que o ETA decidisse pela luta armada e tivessem o apoio da população.Mas, com o final da ditadura de Franco em 1975 e os direitos cedidos pela Constituição de 1978 que defende o respeito pela diversidade cultural e lingüística, e de um estatuto especial assegurando à Catalunha, à Galiza e ao País Basco o direito de utilizar suas próprias línguas e ainda outros direitos que lhes confere certa autonomia, a guerrilha do grupo ETA começa a perder força ante a população basca.Desta forma, em março de 2006 o ETA declara uma trégua que durou apenas 14 meses. O ETA já decretou várias tréguas desde 1981, mas, apenas oito delas foram de fato efetivadas.
Hoje:
Atualmente o Partido Nacionalista Basco (PNV) tenta um acordo com o governo espanhol para a realização até o final de 2008, em caráter consultivo e, até 2010 de forma definitiva, de dois plebiscitos onde o povo basco decidirá sobre o tipo de governo a ser adotado e sobre a relação política entre o País Basco e a Espanha. No entanto, o primeiro – ministro espanhol, José Luis Zapatero, rejeita o plano Ibarretxe, como é chamado o plano lançado pelo PNV. Até lá as expectativas apontam que o ETA deverá decretar mais um cessar fogo como próximo ao plebiscito como manifestação de apoio ao PNV.

Conflitos no Cáucaso:

A região geopolítica do cáucaso constitui uma fronteira geográfica entre Ásia e Europa, é  lar de vários povos e entidades políticas diferentes, forças predominantes na região - Rússia e Turquia. Duas grandes religiões monoteístas, o islã e o cristianismo brigam por espaço na região. Politicamente, a área reconhecida como cáucaso está dividida politicamente nas seguintes entidades:















No norte: Federação Russa; Chechênia; Inguchétia; Daguestão; Adiguésia; Cabárdia-Balcária; Carachai-Circássia; Ossétia do Norte; Krai de Krasnodar; Krai de Stavropol.

Na região norte do cáucaso destaca-se a questão da Chechênia, que se desenrola desde 1994, ano do início da Primeira Guerra Chechena e a Segunda Guerra Chechena iniciada em 1999. Os separatistas chechenos desejavam fundar um estado teocrático islâmico nesta república russa. Várias organizações clandestinas ainda continuam a lutar, através de atos terroristas, mas o governo russo vem reprimindo toda e qualquer manifestação. A república da Inguchétia, vizinha à da Chechênia, e também de população predominantemente islâmica, acabou atraída pelos conflitos em sua fronteira. No fim da década de 90 e no fim dos anos 2000, vários distúrbios civis ocorreram, necessitando da intervenção russa também nesta área. O Daguestão, que faz fronteira com a Chechênia e também de maioria islâmica desenvolveu um movimento de guerrilha  que vem resistindo à repressão russa. 





















No sul: Abecásia; Armênia; Azerbaijão; Geórgia; Nagorno-Karabakh; Ossétia do Sul; Irã; Turquia.

A Abecásia vem desafiando o governo central da Geórgia. historicamente ligada a esta país, a Abecásia tem um movimento ativo de independência quase que desde a fundação da Geórgia, com o desmantelamento da URSS. A independência desta província georgiana é reconhecida pela Rússia e a Geórgia reconhece frequentemente a autonomia de Chechênia, Daguestão e Inguchétia. Outras duas nações independentes da região, Armênia, de maioria cristã, e Azerbaijão, nação muçulmana, estão em conflito constante desde as respectivas autonomias com o fim da URSS. A principal disputa gira em torno de Nagorno-Karabakh, uma república independente de facto do Azerbaijão, cuja população é de maioria armênia. Tanto Nagorno-Karabakh como a Armênia dividem a mesma moeda, além de outros aspectos de sua administração. Além da Abecásia, a Geórgia enfrenta problemas com outra república separatista, a Ossétia do Sul, também reconhecida pela Rússia, e que torna tensas as relações entre os dois países. Ali vivem russos, ossétios e georgianos, sendo que mais de dois terços dos habitantes da região são de ossétios, ligados culturalmente à Ossétia do Norte, que pertence à Rússia. Isso torna a região bastante diferente no aspecto cultural do resto da Geórgia, precipitando um movimento independentista que até já realizou eleições em 2009, não reconhecidas pela União Europeia. Com a situação de instabilidade econômica, social e política que vive a Geórgia, provavelmente esta ainda conviverá algum tempo com a fragmentação de seu território.

Referências:
www.folha.uol.com.br
www.e-dublin.com.br
www.eduquenet.net
www.publico.pt
www.historianet.com.br

sábado, 10 de agosto de 2013

Europa - Aspectos econômicos













Agricultura:
A Europa se destaca por ser diversificada na produção agrícola utilizando técnicas modernas gerando uma elevada produtividade. A produção de cereais, como o centeio, aveia, trigo e a cevada,   são predominantes. Os países que se destacam no cultivo de cereais são a Ucrânia, Itália, França, Alemanha e Rússia. A taxa do volume de colheitas da Europa é relativamente menor à América do Norte, Ásia e América do Sul. Não tendo condições climáticas nem geográficas,diante dos outros continentes nessa área, os governos dos países europeus subvencionam o cultivo de certos produtos, causando imensos desequilíbrios sociais nos países produtores, sobretudo nos de economia emergente e de terceiro mundo. A produção de frutas é muito diversificada variando conforme a região. Embora decrescente, o continente europeu ainda é líder mundial no consumo do vegetal. Alguns produtos produzidos na Europa:




















O centeio é uma gramínea cultivada em grande escala para colheita de grãos e forragem. Nas áreas de clima frio o centeio substitui o trigo.
A aveia é um gênero botânico pertencente à família Poaceae, subfamília Pooideae, tribo Aveneae. Produzida principalmente para a alimentação do gado..
A cevada representa a quinta maior colheita e uma das principais fontes de alimento para pessoas e animais.Uma matéria-prima básica à fabricação da cerveja, produto de destaque em vários países europeus.


Tanto nela quanto em outros locais de clima temperado, a batata tem época de plantio e de colheita bem definidas, ( geadas de primavera e de outubro ). Os principais produtores são: Alemanha, França, Países Baixos, Reino Unido e Rússia.
A oliveira nas regiões europeias de clima mediterrâneo é destinada á produção de azeitonas e azeites.Os principais produtores são: Portugal, Espanha, França e Itália.

Pecuária:
A pecuária é realizada de forma intensiva com o gado,ela recebe cuidados técnicos,assim fornecendo maior rendimento. O rebanho mais numeroso é o de bovinos, criado principalmente na Rússia, na Ucrânia, na Alemanha, na França, na Grã-Bretanha e na Polônia. Destacam-se também os rebanhos de suínos e ovinos.

Pesca:
A Europa coleta grandes quantidades de peixe das suas águas costeiras (25% da captura mundial em águas internacionais), especialmente as do Mar do Norte, do Atlântico Norte e do Oceano Ártico . Nesta atividade destacam-se Rússia, Noruega, Espanha e a Grécia. As maiores capturas incluem o arenque e o bacalhau ao longo do norte e a sardinha e o atum mais ao sul. 



Mineração:
A Europa Ocidental produz 9% do petróleo mundial e 11% de seu gás natural, principalmente por baixo do Mar do Norte. Destaque para a Rússia (principalmente na Sibéria) que tem as maiores reservas mundiais de gás natural (25% da oferta mundial) , oitava maior reserva de petróleo do mundo (12% do petróleo mundial) e a segunda-maior reserva mundial de carvão. 

A Alemanha é o maior produtor mundial do carvão marrom.  A Noruega e a Suécia são os únicos produtores significativos de minério de ferro na Europa Ocidental. A Rússia é um grande produtor de ferro (6% do total mundial), a planície europeia da Rússia ocidental contém grandes quantidades de cromita, chumbo, níquel, manganês, platina, potássio, prata e zinco. Mas o resto da Europa é decididamente faltante de minerais metálicos, e por isso deve importar essas matérias-primas essenciais para a fabricação. 

Silvicultura:
A silvicultura (plantação, tratamento e a exploração florestal) continua a ser uma grande indústria em todas as grandes florestas boreais da Escandinávia e do noroeste da Rússia. Em outros lugares, as empresas madeireiras coletam relativamente pequenas quantidades de árvores plantadas.

Energia:
A Europa deriva mais da sua energia a partir de combustíveis fósseis, muitos dos quais devem ser importados. A maior parte do gás natural vem da Rússia por gasodutos que atravessam a Ucrânia e a Bielorrússia. A Europa tem usado por muito tempo seus rios para a energia hidrelétrica, e poucos países (sobretudo a França) têm usinas nucleares. Além disso, preocupada com o impacto das emissões de combustíveis fósseis nas mudanças climáticas, a Europa tem investido fortemente no desenvolvimento de outras fontes renováveis de energia como a eólica, solar, das marés e a geotérmica.



Indústria:
Os grandes centros industriais europeus se encontram  na Europa Ocidental. Vejamos a seguir os principais:

Alemanha - É um dos países mais indústriazados do mundo. Os maiores setores indústriais se localizam principalmente na Bacia do Rio Reno, região do Ruhr, onde está localizada uma enorme região siderúrgica alemã, que se detaca pela facilidade do transporte fluvial(RENO), pelo mercado consumidor(CEE), e reserva de carvão.
Reino Unido – o setor industrial do Reino Unido está passando por crises, que resultam numa decadência da produção. As principais indústrias são: siderúrgica, contrução naval, automobilistica, aeronáutica e têxtil.
França – O processo de industrialização se tornou forte somente com o fim da Segunda guerra Mundial, hoje é considerado um dos países mais indutrializados do mundo (concentradas em Paris).
Itália – No norte da Itália está localizado o maior centro industrial e também o centro financeiro do país. Destacando-se sua tradição artesanal, o forte comércio, a considerável quantidade de mão-de-obra, o investimento estrangeiro, e a facilidade de comunição com a Europa Ocidental.
Rússia – É considerada uma grande potência industrial. Estão em evidencias as indústrias siderúrgicas, mêcanica pesada e química. Os centros industriais se concentram nas regiões de Moscou, São Petersburgo.
Países nórdicos - É composta pela Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia. O acesso aos recursos naturais e o aproveitamento da energia hidrelétrica possibilitam uma grande diversidade industrial nesses países. Destacando-se indústrias nas aréas siderúrgicas e mecânica e pesqueira.

Comércio - União Européia:

A UE (União Europeia) é um bloco econômico, político e social de 28 países europeus que participam de um projeto de integração política e econômica..Os países integrantes são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Suécia. Macedônia, Cróacia e Turquia encontram-se em fase de negociação. Estes países são politicamente democráticos, com um Estado de direito em vigor. O tratados que definem a União Europeia são: o Tratado da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), o Tratado da Comunidade Econômica Europeia (CEE), o Tratado da Comunidade Europeia da Energia Atômica (EURATOM) e o Tratado da União Europeia (UE), o Tratado de Maastricht, que estabelece fundamentos da futura integração política. Neste último tratado, se destaca acordos de segurança e política exterior, assim como a confirmação de um Constituição Política para a União Europeia e a integração monetária, através do euro.Para o funcionamento de suas funções, a União Europeia conta com instituições básicas como o Parlamento, a Comissão, o Conselho e o Tribunal de Justiça. Todos estes órgãos possuem representantes de todos os países membros. Os países membros da União Europeia e os 19 países de maiores economias do mundo fazem parte do G20. Os países da União Europeia também são representados nas reuniões anuais do G-8 (Grupo dos Oito). Com o propósito de unificação monetária e facilitação do comércio entre os países membros, a União Europeia adotou uma única moeda. A partir de janeiro de 2002, os países membros (exceção da Grã-Bretanha) adotaram o euro para livre circulação na chamada Zona do Euro, que envolve 17 países. Os países que fazem parte da Zona do Euro são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, República da Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal.
Objetivos da União Europeia:
- Promover a unidade política e econômica da Europa;
- Melhorar as condições de vida e de trabalho dos cidadãos europeus;
- Melhorar as condições de livre comércio entre os países membros;
- Reduzir as desigualdades sociais e econômicas entre as regiões;
- Fomentar o desenvolvimento econômico dos países em fase de crescimento;
- Proporcionar um ambiente de paz, harmonia e equilíbrio na Europa.
Curiosidades:
- O presidente da União Europeia é eleito pelos membros do Conselho Europeu e tem mandato de dois anos e meio, podendo ser renovado uma única vez.
- Dia 9 de maio é comemorado o Dia da União Europeia. No dia 9 de maio de 1950, Robert Schuman, Ministro Francês dos Negócios Estrangeiros, fez a conhecida "Declaração de Schuman", onde defendeu a proposta de uma Europa organizada.
- A Croácia foi o último país a entrar na União Europeia. A entrada do país no bloco ocorreu em 30 de junho de 2013.
- A partir do ano de 2014, as leis da União Europeia só serão aprovadas se tiverem o voto favorável de 55% dos Estados, desde que represente também 65% da população da União Europeia.
- Em função da crise econômica, o PIB da União Europeia apresentou queda de 0,2% no 1º trimestre de 2013

Turismo:

O turismo exerce um papel fundamental na economia de vários países europeus. Na França, a atividade representa de 6% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente ao produzido pela indústria automobilística. Em Portugal, o turismo totaliza 11% do PIB e na Grécia, ele representa 16%. A Espanha é quarto país mais visitado do mundo e a Itália também se destaca. 80% dos turistas que visitam países europeus são originários do próprio continente. Os turistas de países emergentes não medem gastos nas viagens e se tornaram uma clientela-alvo do setor em países como a França.Para estimular o turismo, o governo francês começou a implantar este ano um sistema a fim de melhorar as informações aos estrangeiros nos aeroportos e em meios de transportes e também para agilizar a passagem nas fronteiras. 

Serviços
As indústrias de serviços empregam mais europeus do que qualquer outro tipo de atividade econômica. Elas incluem a saúde, educação, transporte, e comunicação (como telefone, rádio, televisão, internet), finanças (tais como serviços bancários, de investimento e de seguros), e uma ampla gama de serviços públicos (tais como construção de estradas, limpeza de resíduos e legislação). 
Serviços públicos: empregam mais trabalhadores do que qualquer outro setor na maioria dos países europeus. Os funcionários do governo incluem os legisladores, administradores e burocratas do governo, a polícia, cobradores de impostos, e assim por diante. Muitos governos europeus também pagam os salários de médicos, professores universitários, engenheiros ferroviários, pilotos de avião, executivos da televisão, e outros que trabalham para indústrias operadas pelo governo.
Finanças:  muitos dos maiores bancos do mundo tem sede na Suíça, Inglaterra, Alemanha e França. A Europa tem o maior mercado mundial de seguros, com grandes companhias de seguros com sede na Alemanha, França, Itália, Suíça e Inglaterra. Bolsas de valores de importância internacional operam em Londres, Amsterdã, Zurique, Frankfurt e Paris. 
Sistemas de transporte e comunicação: classificam entre os melhores do mundo. Trens de alta velocidade, companhias aéreas e auto-estradas cruzam o continente. Barcaças transportam carga ao longo da rede de canais e rios navegáveis da Europa. Os sistemas europeus de comunicação incluem a extensa rede de telefone - celular e a cobertura de Internet, bem como o acesso quase universal a telefone fixo, rádio, televisão, e correios.

O alto padrão de vida da Europa Ocidental significa que seu povo tem uma quantidade considerável de dinheiro para gastar em bens de varejo, como alimentos, roupas e luxos. Eles também gastam em lazer - de frequentar restaurantes e visitar museus para esqui e férias em resorts. 

Referências:
www.brasil.gov.br
www.sulinformacao.pt
europa.eu
www.jogos-geograficos.com




sábado, 3 de agosto de 2013

Europa: Aspectos humanos

OS NÚMEROS POPULACIONAIS

População absoluta: 715 milhões de habitantes (menor apenas do que a Ásia)
População relativa: 69 habitantes por quilômetro quadrado
Maiores densidades demográficas: Mônaco (15.370 h/km2) - Malta (1.176 h/km2)
Áreas menos povoadas ou despovoadas: norte da Noruega (muito frio); leste, nas vizinhanças do mar negro (aridez); altas montanhas ex: Urais (altitude, temperatura, neve)

GRUPOS ÉTNICOS EUROPEUS

Etnicamente a Europa é bastante homogênea, predominando populações de cor branca. Em função de sua história (guerras, invasões, aparecimento e queda de impérios  e migrações ) o continente europeu apresenta uma variedade étnica, devido as raízes da sua população.Principais grupos étnicos:
- Germânicos: ocupam principalmente a parte central e norte da Europa. Entre eles estão os alemães, austríacos, holandeses.

















- Eslavos: habitam predominantemente a Europa oriental (leste). São os russo, poloneses, ucranianos, eslovacos, sérvios.














- Latinos: habitam predominantemente a Europa mediterrânea. São os portugueses espanhóis, italianos, franceses, e romenos.













- Anglo-saxões: ilhas britânicas.


















- Escandinavos: noruegueses, suecos, dinamarqueses e islandeses.




Existem também os finlandeses, húngaros, gregos e bascos.


PRÁTICA RELIGIOSA: 


A maioria da população segue o cristianismo, que está dividido em catolicismo romano, especialmente na Espanha, Portugal, França e Itália; protestantismo - anglicanismo (Inglaterra), calvinismo e luteranismo - em países como Alemanha, Noruega e Suécia; e o cristianismo ortodoxo, na Grécia e Rússia. Entre as religiões praticadas na Europa que não seguem o cristianismo destaca-se o islamismo.
















IDIOMAS:


O panorama linguístico da Europa confirma a sua variada origem étnica: centenas de idiomas são falados. Destacando-se os seguintes troncos linguísticos: o latino, o germânico, o céltico, o grego e o eslavo, além de línguas específicas de certas comunidades, tais como o basco, o finlandês e o húngaro (ramo linguístico fino-hungro e o turco).


















Referências:
noticias.r7.com
www.finlandia.org.br 
dnghu.org
www.significados.com.br

terça-feira, 23 de julho de 2013

Europa : Aspectos naturais

RELEVO

Litoral:  recortado, com várias penínsulas,baías,golfos e mares interiores. 
Penínsulas: Itálica, Ibérica, Balcânica, Jutlândia e Escandinava. 














Ilhas mais importantes: Córsega, Islândia, Ilhas Britânicas, Creta, Sicília, Sardenha e Chipre.
Mares: Mediterrâneo, Mar do norte, Mar Tirreno, Mar Adriático, Mar Egeu, Mar báltico, Mar Negro, Mar Cápio ...












O relevo de formação antiga, predominam as planícies mas possui planaltos de baixas altitudes e cadeias montanhosas desgastadas (Cárpatos, Pirineus, Apeninos e Bálcãs).




















CLIMA


Climas na Europa: temperado oceânico, temperado continental, mediterrâneo, subpolar e frio de montanha..



















HIDROGRAFIA

Rios mais importantes: Danúbio, Reno, Volga, Douro, Tibre, Tejo, Sena, , Elba, Tamisa e Pó e Ebro.














VEGETAÇÃO

Devastada com o passar dos anos. 


















Formações vegetais: Taiga ou Floresta de Coníferas (região norte), Tundra (extremo norte) ...

... Floresta Temperada (centro),  Estepes ...
                                                     

... Vegetação Mediterrânea (sul) e Vegetação de Montanha (leste).


A Europa possui uma fauna bem diversificada. Os animais mais comuns: rena, urso pardo, raposa, lontra, lebre, javali, lebre, lince, perdizes e faisões.













Referências:
http://www.portaleducarbrasil.com.br
http://www.clickescolar.com.br
http://www.passeiweb.com
http://www.portaleducarbrasil.com.br