domingo, 23 de junho de 2013

Os oceanos e os continentes


OCEANOS

Existe na verdade um único oceano.
Historicamente, porém, considera-se a existência de 4: ATLÂNTICO,



 ÍNDICO,



GLACIAL ÁRTICO,






PACÍFICO.






CONTINENTES

Continentes: grandes extensões de terras emersas da crosta terrestre.

Critérios para determinar o número de continentes da Terra:

1º Geográfico-geológico: leva em conta a distribuição das massas continentais da Terra, segundo esta classificação existem 4 continentes EURO-AFRO-ASIÁTICO


AMERICANO, 




OCEANIA 


e ANTÁRTICO.




2º Histórico-cultural: considera a história dos povos e suas culturas (línguas, religião e costumes).  É o mais utilizado por que os fatores histórico-cultural tem maior importância na formação dos povos e países do que os fatores naturais. 




















Segundo esta classificação existem 6 continentes: EUROPA, 


ÁFRICA, 


ÁSIA, 


AMÉRICA, 




OCEANIA


E ANTÁRTIDA.


Referências:
www.educadores.diaadia.pr.gov.br
www.geografiaparatodos.com.br
www.guiageo-mapas.com
www.mineropar.pr.gov.br
www.geographicguide.net
www.vmapas.com
www.educarvix.com.br


domingo, 16 de junho de 2013

O Ártico


O Círculo Ártico engloba as áreas mais setentrionais da América do Norte, da Europa e da Ásia, e quase toda a Groenlândia.




A temperatura na região ártica e tão baixa que boa parte do oceano fica permanentemente congelada.

Nesta região há dias no inverno em que o sol não nasce ...



... e dias no verão em que ele não se põe.



Vegetação: tundra ...



...  taiga (floresta boreal ou floresta de coníferas).





















Fauna: raposa do ártico, ursos polares ....
 












...  focas árticas, bois-almiscados ...

















... rena, caribu ...

















 ... baleia, leão marinho, narval ...

       




... e diversas espécies de peixes como o salmão
 e o bacalhau.




 

Os principais grupos humanos são os inuit (esquimós)  e os sami (lapões)
Os inuit (esquimós) habitam a Sibéria, o Alasca, o norte do Canadá e a Groenlândia.
Todos trabalham para o bem da comunidade, e não há classes sociais.
Mulheres fazem o vilarejo funcionar, enquanto os homens viajam para obter comida.



Quanto mais posses, mais esposas o esquimó pode ter – em geral, no máximo são três. As crianças não vão à escola e aprendendo as atividades dos pais na prática.



Alimentação - carne defumada, preparada pelas mulheres em buracos no chão.
A palavra “iglu” significa “casa”, e o tipo mais comum não é o feito de gelo, mas de madeira.



Iglus de gelo, só nas viagens de caça e pesca. Eles são feitos com grandes blocos de neve compactada, cortados no solo. Os tijolos são dispostos em espiral, subindo até o teto e coberto por um bloco que, ao mesmo tempo, sela e sustenta a construção.



O “cimento” também é gelo – derretido com lamparinas de óleo de baleia.A entrada, cavada no chão, barra o ar gelado. 
As camas ficam o mais alto possível. Uma fogueira garante a iluminação e o aquecimento, aumentando a temperatura de -45 oC para agradáveis 16 oC. De quebra, o calor interno dá uma leve derretida na neve, que escorre e congela de novo, reforçando a vedação. O formato arredondado evita que a neve se acumule e derrube o iglu – que pode acomodar até 20 pessoas.
A vila também tem um barracão em que as mulheres fabricam roupas e barcos.
A base do vestuário é pele de foca, de urso e de raposa. Para melhorar o aquecimento, os pelos são voltados para dentro. A fabricação é responsabilidade das mulheres, que mascam o couro e o deixam curtindo na urina delas. Para facilitar a costura, são usados os tendões dos próprios animais.
Meio de transporte:  trenós puxados por cães e barcos de pele de baleia.

 
Caçam salmão, foca, urso, raposa ou baleia.

Muitas comunidades Inuit continuam a praticar as danças e canções tradicionais, que incluem dança de tambores e canto gutural (canto tradicionalmente executado por mulheres Inuit, que produzem sons guturais). A tradição oral e a narração de estórias permanecem através lendas passadas entre as gerações.



Sami (lapões) habitam a Finlândia.

Eles se vestiam com peles de animais e mantinham um estilo de vida itinerante, vivendo em tendas indígenas ou em tocas escavadas no chão e cobertas de grama, peles ou cascas de árvores.

    

Caçavam renas, alces, ursos, coelhos, castores e aves. Na costa caçavam focas, baleias e morsas. Eles pescavam salmões, lúcios, peixes brancos e percas, tanto no mar quanto nos rios. E nas estações mais quentes colhiam mirtilos, empetruns e amoras-árticas.



Todas as entidades da natureza eram consideradas criaturas conscientes e vivas, que coexistiam com eles em uma família terrena.

Referências:
http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/nasa-observa-aumento-de-vegetacao-no-artico
www.guiageo-artico.com
www.greenpeace.org/brasil/
www.canadainternational.gc.ca/brazil-bresil/about_a-propos/inuit.aspx?lang=por
www.recreio.com.br
guiadoestudante.abril.com.br
www.finlandia.org.br





domingo, 19 de maio de 2013

Diferença entre: Pólos magnéticos e Pólos Geográficos da Terra.



A rotação da terra determina o Polo Geográfico.

- A rotação da Terra acontece em torno de um eixo perpendicular ao plano do Equador.



- Os Pólos Norte e Sul geográficos são os pontos em que o eixo passa pelas extremidades do planeta.




























- Esses pontos servem de referência para os paralelos e meridianos terrestres.





O movimento do magma da Terra cria o campo magnético.

- No centro do planeta, há uma grande bola de ferro fundido (magma).
- Essa bola gira um pouco mais rápido que a própria Terra e movimenta um outro mar de ferro fundido ao redor.



 






















- Nessas duas partes, existem cargas elétricas em constante movimento.










- Esse vaivém de cargas elétricas cria um campo magnético.
-  No caso do nosso planeta, os físicos crêem que o magnetismo da Terra é produto da movimentação do núcleo cheio de cargas.
- Após anos de observação, sabe-se que o "ímã terrestre", como todo ímã, é mais forte nos pólos.








































- Tudo indica que o movimento do magma - e suas cargas elétricas - é influenciado pela rotação do planeta.
- E, como o eixo de um campo magnético é sempre perpendicular ao das cargas, o eixo terrestre seria próximo ao eixo geográfico. A distância atual entre eles é de 11 graus.




























quarta-feira, 1 de maio de 2013

Formação dos vulcões

- Formação e erupção dos vulcões ocorrem devido ao choque entre as placas tectônicas.
- Distribuição dos vulcões: os vulcões que conhecemos estão divididos em quatro grandes grupos
Cinturão de Fogo do Pacífico – vulcões das regiões costeiras do Pacífico – América, Ásia e Alasca; Andes, México, América central, Nova Zelândia, Filipinas, Japão e Hawai.

 

Área do Mediterrâneo – vulcões: Etna, Vesúvio, Stromboli, Vulcano e vulcões do norte de África, Ásia menor e Caucaso.

 

Dorsal meridiana do Atlântico – Vulcões localizados em: Islândia, Açores e Canárias.


 
Fossa tectónica da África oriental e Médio Oriente – vulcões a leste de África (Kilimanjaro), península da Arábia e Líbano.
- Vulcões: liberam lava, projeções e gases sob pressão e temperatura elevadas, acima da superfície da crosta.
- Parte de um vulcão
Cone ou edifício vulcânico – É a montanha formada pelas sucessivas erupções, que provocaram o acúmulo de materiais sólidos, tais como cinzas e lavas petrificada oriundas do interior da Terra. O cone tem forma afunilada, terminada na cratera.
Cratera – Boca afunilada que se forma devido às explosões que ocorrem na fase inicial da atividade, é a parte côncava situada no topo do cone e está ligada a cratera ao ponto de origem do vulcão.
 
Chaminé ou conduto – Abertura ou fenda através da qual os materiais são expelidos do interior da Terra para superfície, ligando a cratera ao ponto de origem do vulcão.
Caldeira ou câmara magmática - Bolsões profundos preenchidos pelo magma em encandeceste ebulição.
- A movimentação das placas tectônicas abre caminho para que o magma, rocha fundida no interior da Terra, seja expelido através de uma cratera ou fenda.
- Fusão das rochas: ocorre em zonas  ligadas a dinâmica da Terra.
- Se não encontra saída, ele fica acumulado em uma espécie de reservatório, a câmara magmática.


- Quando o reservatório do vulcão está muito cheio de magma, liberado pela abertura entre uma placa e outra, pode haver uma erupção. O magma, depois de expelido pela chaminé do vulcão, passa a ser chamado de lava (lavas básicas - mais fluidas, lavas ácidas - solidificam mais rápido e possuem bolhas).


- A lava, as cinzas e a poeira se consolidam e os gases dissolvem-se na água ou na atmosfera.
- Erupções: quando duas placas tectônicas se afastam  a erupção forma rios de lava fluída e os vulcões tornam-se maiores e mais inclinados; quando as placas colidem as erupções são mais violentas  a lava é grossa e viscosa, nuvens de gás, poeira e fragmentos de lava podem ser lançados na atmosfera - os vulcões são mais altos com lados íngremes e com o cone central menor.


- A colisão da placas na crostas oceânicas produziu arcos de ilhas.
- Vulcões ativos ainda entram em erupção, vulcões inativos não lançam material para o exterior.
- Os vulcões também são responsáveis pela formação de montanhas.
- No Brasil, não há vulcanismo ativo há milhões de anos.
 
Referências:
www.colegioweb.com.br
www.planetseed.com
mundoestranho.abril.com.br
www.ajudaalunos.com/atlas/





 

domingo, 21 de abril de 2013

O movimento das placas tectônicas

 

 

 


- Abalos sísmicos correspondem a terremotos ou tremores de terra.
- O local onde se originam os terremotos, dentro da crosta terrestre, é denominado hipocentro ou foco. O ponto da superfície situado acima do hipocentro é denominado de epicentro.
- Agentes que provocam terremotos: desmoronamentos internos superficiais, movimentos de placas tectônicas (tectonismo) e por atividade vulcânica (vulcanismo).

Desmoronamentos internos superficiais:

- Provocado pela dissolução de rochas pelas águas subterrâneas.
- Provoca terremotos de pequena intensidade e local.
-  Causas atectônicas: dissolução de rochas calcarias e a acomodação dos blocos superiores; ou acomodação de sedimentos pelo seu próprio peso, no caso de haver camadas espessas de argila.
 


Tectonismo:
- A crosta da Terra é composta por placas que se movimentam sobre uma camada de rocha parcialmente derretida.
- Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco.
- Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

Alterações no relevo: Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.


          

- Admite-se que a causa principal dos terremotos seja a formação de falhas que atuam nas áreas de instabilidade tectônica (os falhamentos  produzem os terremotos)



 
- O Brasil encontra-se em área tectonicamente estável, isenta de terremotos freqüentes e de vulcanismo, graças à cicatrização definitiva da crosta pré-cambriana onde nos situamos. Porém podem ocorrer abalos fracos.
 
Vulcanismo:
- Resultam de explosões internas ou de colapso, ou acomodações verificadas nos vazios resultantes da expulsão de magma.
- Pode ocasionar terremotos locais geralmente de pequena intensidade.
 

 




 
Intensidade dos terremotos:
- A distância do foco em relação ao local do terremoto e a heterogeneidade litológica das rochas influi na intensidade dos abalos.
- Os terremotos podem ser classificados em 12 categorias de acordo com o impacto causado.
 - Escala Richter: foi criada pelo sismólogo Charles Francis Richter.

Ondas sísmicas: propagação dos abalos graças à elasticidade das rochas.




- Apesar da ocorrência de milhares de tremores no mundo, somente uma restrita parcela é percebida pelas pessoas.
- Consequências: desconforto até a destruição total ou parcial de uma cidade.
 
Referências:
Leniz, Victor e Sérgio Estanislau DO AMARAL, Geologia geral, 7a edição, São Paulo.